Provas europeias são convite ao trabalho em rede

Judo Magazine | 2 de maio 2020

A mais recente competição europeia realizada em Portugal, o European Judo Open Women, constituiu uma experiência adicional de organização a alto nível e consequentemente mais uma prova de credibilização na cena europeia e internacional das estruturas responsáveis pelo judo português.

O evento desportivo teve lugar em Fevereiro, em Odivelas, no Pavilhão Multiusos e trouxe a Portugal 142 atletas de 24 países e de 4 continentes.

Quanto a resultados franceses e japoneses repartiram a esmagadora maioria das medalhas em disputa tendo os tricolores conquistado 7 medalhas (2 de ouro, 2 de prata 2 e 3 de bronze) exatamente a mesma quantidade obtida pelos nipónicos. Grã-Bretanha, Brasil e Bélgica arrebataram as restantes medalhas em disputa.

Destas iniciativas importa valorizar a vertente desportiva, trata-se, importa recordá-lo, de uma competição do calendário da União Europeia de Judo, mas para além desta dimensão crucial do evento seria útil e interessante estabelecer uma meta complementar relacionada com as parcerias e a cooperação entre judocas no mundo. No fundo o relacionamento, noutros planos para além do desportivo, poderia proporcionar bases para interações mais personalizadas e facilitar futuros intercâmbios no plano pessoal, cidadãos e humano.

Uma das consequências deste quadro de cooperação poderá vir a ser um maior e melhor trabalho em rede entre clubes e atletas do espaço europeu indo ao encontro de uma Europa mais focada nos cidadãos.

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