Mesa da Assembleia Geral não respeita os associados da FPJ

Prazo para apresentação de listas candidatas termina amanhã, mas as eleições de 19 de fevereiro podem colocar a FPJ fora da lei

Carolina Costa, Presidente da Direção da Associação Distrital de Judo de Lisboa

“O Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Federação Portuguesa de Judo não respeita os associados da federação” esta é a conclusão a que chegou a ADJL – Associação Distrital de Judo de Lisboa por não ter obtido quaisquer respostas às diversas comunicações que dirigiu a Carlos Andrade no sentido de clarificar a convocatória para a Assembleia Geral eleitoral que permanece com data marcada para 19 de fevereiro.

“Depois da informação obtida da parte do IPDJ, que indicou a necessidade de serem realizadas eleições para delegados antes ainda da votação para os restantes Órgãos Sociais, a ADJL enviou um pedido de clarificação ao Presidente da Mesa da Assembleia Geral, a 21 de dezembro, sobre esta matéria mas não obteve qualquer resposta. Posteriormente, no seguimento das declarações que prestou à Judo Magazine, reafirmámos o nosso pedido de esclarecimento que também teve como reação o silêncio total” adiantou-nos Carolina Costa, Presidente da Direção da Associação de Lisboa, que nos confirmou que a apresentação de listas candidatas para o ato eleitoral de 19 de fevereiro termina amanhã dia 20 de janeiro.

A ausência de uma informação clara e transparente parece ser a base da crítica da maior associação distrital de judo do país que considera ainda esta situação “uma falta de respeito pelos delegados eleitos que acabam por obter algumas informações através da Comunicação Social, o que é perfeitamente inadmissível” desabafou Carolina Costa que aproveitou para contrariar as declarações de Jorge Fernandes, o Presidente destituído, que adiantou ao jornal Record informação sobre o envio da ACTA da última AG da FPJ ao IPDJ, na qual estaria inscrita a decisão dos delegados de apoiar a permanência em funções do Presidente da Direção, apesar da sua nova situação.

“Não há ACTA aprovada pelos participantes na Assembleia Geral. Aliás a existir matéria sobre o assunto só poderia constar que foi recusado, pelos presentes, o debate sobre a criação de uma Comissão de Gestão. A continuidade em funções do Presidente destituído não foi decido por ninguém” reafirmou a Presidente da ADJL que ficou muito surpreendida com as declarações públicas prestadas.

As não-respostas de Andrade aos pedidos de clarificação parecem ser propositadas já que a Associação de Castelo Branco também terá realizado a mesma démarche assim como a lista candidata liderada por José Mário Cachada que, por sinal, entregará a sua proposta amanhã na sede da FPJ:

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