21/05/2024

Desempenhos das atletas e dos atletas lusos continuam com bom nível nas provas internacionais

O desejo coletivo seria que algumas situações recentes de participações em provas internacionais, tais como os Campeonatos da Europa de Zagreb e alguns Grand Slam entretanto ocorridos, tivessem tido uma tradução mais efetiva em matéria de medalhas. Mas tal não tem acontecido. Catarina Costa foi a exceção no Europeu ao conquistar a medalha de bronze, resultado histórico já que a atleta da AAC contabilizou uma terceira presença sucessiva no pódio, mas a verdade é que as medalhas, nas provas mais recentes, têm escapado entre os dedos dos atletas mais competitivos de forma tangencial e têm sido registados quintos lugares de grande valor que justificam uma valorização sem quaisquer reservas. Patrícia Sampaio, Jorge Fonseca, Joana Crisóstomo, Rochele Nunes, as presenças no bloco das finais têm sido persistentes.

Importa ainda destacar que no início do mês de abril Jorge Fonseca venceu em Antalya [Grand Slam], prova na qual Tais Pina foi prata e João Fernando bronze. Destaque ainda para o 7º lugar de Telma Monteiro no Europeu no seu regresso às provas internacionais depois da lesão grave no joelho que a afastou dos tatamis.

No desafio mais recente na capital do Tajiquistão, onde foi disputado o Grand Slam de Duxambé, Catarina Costa foi afastada da medalha de bronze contra Nicolic [SRB] depois de uma decisão certamente precipitada da arbitragem que a desclassificou e Patrícia Sampaio que não conseguiu ultrapassar a britânica Emma Reid também terminou em 5º lugar.

Apontamento positivo para a atleta sérvia Nicolic que não festejou. em cima do tapete, a sua conquista da medalha de bronze atendendo às circunstâncias em que a vitória ocorreu.

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